Vamos apurar o 2º turno.
Urna por urna.
Uma apuração independente da eleição para presidente, feita com fotos dos boletins de urna e os dados públicos do TSE. Com as doações, vamos além: mais de 140 testes em 100% das outras eleições de 2026.
Iniciativa independente, sem vínculo com o TSE ou com a Justiça Eleitoral.
O plano
-
25 de outubro
2º turno para presidente
Comparamos as fotos dos boletins afixados nas seções com o que o TSE publicar, seção por seção.
-
Se batermos a meta de doações
140+ testes em 100% das outras eleições de 2026
1º turno, governos estaduais, Senado e deputados, em todos os estados: da soma de cada urna à leitura do QR code dos boletins, com os dados públicos disponíveis.
Método já testado no 1º turno do Espírito Santo: 9.844 urnas conferidas, nenhuma divergência no escopo analisado. Baixar o relatório visual (PDF)
Como funciona, passo a passo
Do seu lado, uma foto. Do nosso, inteligência artificial, mais de 140 testes e gente conferindo tudo.
-
01
Você tira a foto do boletim
No dia 25, quando a votação acaba, o boletim de urna é colado na porta da seção. Você fotografa e manda pelo link que a gente te envia.
Saiba mais
- No dia da eleição, você recebe um link pelo WhatsApp ou por e-mail para mandar as fotos.
- Só fotografe no fim da votação, depois das 17h (horário de Brasília), com o boletim já colado na porta. Antes disso, não.
- Pegue o boletim inteiro, sem cortar, com os QR codes bem nítidos. Se ele for comprido, mande em mais de uma foto.
- Não fotografe pessoas, a urna nem a cabine, e não fale de candidatos.
- Se pedirem para você não fotografar, agradeça, anote a zona e a seção e avise a gente.
-
02
A inteligência artificial lê a foto
Nosso sistema confere se a foto está boa, descobre de qual seção ela é e lê os votos de cada candidato.
Saiba mais
- O boletim tem QR codes que guardam os mesmos números em formato digital, com uma assinatura. O sistema lê os códigos, confere a assinatura e lê também o texto impresso.
- Se o impresso não bater com o QR code, a foto vai para revisão.
- Foto tremida, cortada ou de outra coisa? O sistema avisa e a gente pede outra.
- Cada foto fica guardada com segurança, com data, hora e a "impressão digital" do arquivo, para ninguém conseguir trocar depois. Assinaturas de mesários são escondidas antes de qualquer publicação.
-
03
A gente compara com o que o TSE publicou
Os números da foto são comparados, um por um, com os arquivos do TSE para aquela seção. Tem que dar igual, sem arredondar.
Saiba mais
- Baixamos os arquivos oficiais e conferimos a "impressão digital" (hash) de cada um, para ter certeza de que estão íntegros.
- Refazemos todas as contas de três jeitos: seção por seção, cidade por cidade e no país inteiro.
- Sem estimativa: é número inteiro contra número inteiro. Ou bate, ou é divergência.
-
04
Mais de 140 testes automáticos
Com a meta batida, o sistema roda mais de 140 testes em 100% das eleições de 2026, do presidente aos deputados.
Conheça os 7 tipos de teste
- Somas: cada voto confere, do boletim até o total do país.
- QR codes: o código do boletim bate com o texto impresso e com o que foi publicado.
- Assinaturas e impressões digitais: nenhum arquivo foi trocado ou alterado.
- Registro Digital do Voto: lido por um programa nosso, independente do oficial.
- Diário das urnas: cada urna seguiu os passos certos, na ordem certa.
- Comparecimento: busca de padrões fora do comum. Padrão estranho não é fraude: precisa de explicação.
- Regras matemáticas: um motor confere as regras que nunca podem falhar e testa se os próprios detectores pegam erros plantados de propósito.
-
05
Gente de verdade confere
A máquina aponta, pessoas conferem. Toda diferença é revisada duas vezes e explicada antes de ir a público.
Saiba mais
- Se uma diferença continuar sem explicação, a Justiça Eleitoral é avisada antes de qualquer publicação.
- Não chamamos de fraude nenhuma diferença que não foi explicada.
-
06
Resultado aberto para todo mundo
Publicamos o relatório, dê o que der, com os dados e o código para qualquer pessoa refazer a conta.
Ver como foi no 1º turno do ES (PDF)
Duas formas de ajudar
Fotografe o boletim da sua seção
- Cadastre-se no formulário.
- No dia 25, depois das 17h, fotografe o boletim afixado na porta da sua seção: inteiro, nítido, com os QR codes.
- Envie a foto pelo link que vamos te mandar.
Não fotografe pessoas nem a urna, e não fale de candidatos na seção.
Doe para o desenvolvimento do sistema
Com a meta de R$ 30 mil, rodamos mais de 140 testes em todas as eleições de 2026. Seu Pix paga servidores, a guarda segura das fotos, a revisão técnica externa e a assessoria jurídica.
de
Modo de teste: este código não é um Pix de verdade e não pode ser pago.
Pix de
Aguardando pagamento…
Entre na nossa comunidade no WhatsApp. É por lá que mandamos os avisos da apuração.
Entrar na comunidade do WhatsAppChame mais gente. Cada seção fotografada deixa a apuração mais completa.
Transparência
- ApartidárioNão falamos de candidatos e não aceitamos dinheiro de político ou partido.
- AbertoMétodo, dados e código ficam públicos para qualquer pessoa refazer a conta. Ver o código
- Qualquer resultadoDivergência ou não, o mesmo destaque. Antes de publicar uma divergência, conferimos duas vezes e avisamos a Justiça Eleitoral.
A Posso Confiar? é uma empresa privada em formação, com [NOME DO RESPONSÁVEL] à frente.
Perguntas
Vocês são do TSE?
Não. Somos uma iniciativa privada e independente. Usamos os dados que o próprio TSE publica.
Vocês acham que houve fraude?
Não partimos de nenhuma conclusão. Conferimos os números e publicamos o resultado, qualquer que seja.
Posso fotografar o boletim de urna?
Pode. A cópia afixada na seção é pública. Fotografe depois das 17h, fora da cabine, sem fotografar pessoas e sem atrapalhar ninguém. Se a mesa pedir para não fotografar, agradeça e nos avise.
Por que vocês pedem CPF e telefone?
O CPF evita cadastros duplicados e garante o teto de doação por pessoa. O telefone serve para avisarmos você no dia da eleição. Não pedimos voto nem partido.
O que a conferência não prova?
Que a urna registrou exatamente o que cada eleitor digitou. Conferimos se o boletim da seção, os arquivos do TSE e os totais publicados batem entre si.